Paul McCartney na Rolling Stone

Conforme prometido na segunda edição do Long Play, estamos disponibilizando a entrevista que o astro musical Paul McCartney, ex-Beatles, deu à Rolling Stone em novembro. Todo o conteúdo foi cedido gratuitamente pela Rolling Stone. Leia:

(Dica: enquanto lê, ouça de graça as músicas de sucesso do astro pelo Sonora clicando aqui!)

Paul McCartney Encara o Futuro

Por Paulo Terron

Em entrevista exclusiva, o eterno beatle faz um balanço de sua carreira com e sem o quarteto de Liverpool, além de explicar como mantém a sanidade em um mundo que ainda exige tanto dele

Há pelo menos um par de décadas, as apresentações ao vivo de Paul McCartney começam da mesma forma: os telões exibem uma retrospectiva dos mais de 50 anos de carreira do músico, dos primórdios em Liverpool a acontecimentos recentes. Soa redundante – um dos maiores expoentes da história do rock deveria dispensar apresentações formais. Ao mesmo tempo, essa introdução cumpre sua função emocional, a de deixar claro que ali, naquele palco, se apresentará uma verdadeira lenda.

E, como todo ícone, McCartney já passou por situações que escapam à vida de uma pessoa normal. Ou mesmo a de alguém que tenha tido uma vida excepcional. Ele vendeu centenas de milhões, tornou-se Sir (ou seja, um Cavaleiro do Império Britânico) e regularmente encabeça a lista dos artistas mais ricos do planeta. E, claro, integrou um dos melhores grupos de todos os tempos: o Wings. E os Beatles também – o melhor de todos os tempos.

Não é de espantar, então, que aos 68 anos ele queira diminuir o ritmo de sua carreira. A turnê mais recente, a Up and Coming, tem 30 datas e passa pelo Brasil neste mês, com uma apresentação em Porto Alegre e duas em São Paulo. Ao mesmo tempo, chega às lojas uma versão de luxo do álbum Band on the Run (1973), iniciando um programa que não só deve restaurar a sonoridade dos trabalhos solo do músico, mas também alimentar a recente reavaliação dessas obras por parte das novas gerações (McCartney jura que muitas músicas da carreira solo são mais bem recebidas nas apresentações atuais do que antigas faixas dos Beatles).


No mês que vem, o músico segue para sua segunda visita à Casa Branca em 2010, para receber a Kennedy Center Honor, honraria que celebra artistas de contribuição exemplar à cultura norte-americana (mesmo os não nascidos em solo ianque, como Sir Paul). Na primeira vez, em junho, ele recebeu o Prêmio Gershwin, da Biblioteca do Congresso, dedicado a compositores que se destacam na música popular. “Por definição, a música popular é fugaz”, disse o presidente norte-americano Barack Obama ao apresentar a honraria. “Raramente ela é composta visando vencer o teste do tempo. Mais raramente ainda, ela atinge essa distinção. E é isso o que torna a carreira de Paul tão lendária.”

Continue lendo, clique aqui.

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Nos próximos dias postaremos vídeos e músicas de Tulipa Ruiz, conforme também prometemos no Long Play. Não perca!

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