Fotos 1º Dia do Vinil

 

 

Assim que a faixa foi colocada, de manhã, uma chuva ameaçou engrossar, mas logo se dissipou. Chamativa, a faixa conquistou alguns passantes.

A Catodi e o Trocando Discos doaram esse Gradiente TT-500 em ótimo estado. Usamos ele durante todo o evento para reproduzir o som ambiente. O primeiro disco a ser escolhido foi "Cavaleiro Andante", do músico local Mário Mileo. Reunimos três cópias deste raro disco vilhenense no Dia do Vinil.

Às 17h começaram a chegar os primeiros visitantes, nesta foto posam alguns dos acadêmicos da Academia Vilhenense de Letras, patrocinadora e organizadora do evento. Ao grupo se juntaram, mais tarde, outros imortais em conversas animadas e descontraídas.

Os toca discos ficaram organizados para que todos pudessem ouvir, embora o TT-500 ficou reservado no palco para o som ambiente.

Discófilos curtem a Discoteca Popular.

Mais convidados chegando enquanto um "varal" de capas era montado lá trás.

O banner do Trocando Discos e as mesas um pouco mais cheias do Espaço JK, às 19h. O telão já funcionava e o João Regert Neto, o Nettu, se escondia atrás do cartaz.

Decoração bolada pelo Lucinei. Um varal e um xadrez vertical de capas de alguns dos discos do acervo do Dia do Vinil.

Colocamos o banner do Sempre Vinil logo na entrada, para chamar a atenção. Mais tarde, dois rapazes convidavam os transeuntes e distribuiam alguns exemplares do Long Play.

A estante Prosa Musical fez o pessoal parar um pouco para ler sobre música. As Rolling Stone fizeram bastante sucesso. O livro "1001 Discos Para Escutar Antes de Morrer" foi bem requisitado e os sofás deram o conforto necessário. Tudo de bom.

Já depois das 19h o pessoal começou a lotar as mesas e cadeiras do Espaço. Ao lado do cartaz, sentados nos bancos, Herbert Weil, organizador do evento, e Rômulo Chaves, discófilo e jornalista, trocam ideias.

A Discoteca Popular atraiu muitos aos clássicos. Essa é uma das paixões de muitos discófilos, procurar seus discos, lembrando da arte das capas.

O disco "The Wall", do Pink Floyd, foi requisitado. Acompanhado de encartes, foi uma boa distração para quem curte o som psicodélico da banda aliado à fidelidade do vinil.

A Subpop agitou a noite a partir das 22h. O público, que lotava o Espaço JK, vibrou com as composições da banda e dos covers dos Beatles.

Casa lotada durante o show, e mais uns tantos que não conseguiram entrar

Jack saxofoneou com propriedade.

 

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