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Holograma vai reviver Renato Russo na companhia de Dave Grohl e Slash

Por Herbert Weil (com informações da Folha de S. Paulo)

Programado para junho, um mega-show orçado em R$ 6,2 milhões deve homenagear Renato Russo com projeção realista ao mesmo tempo em que inaugurará o estádio Mané Garrincha, que passa por reforma, em Brasília. Nomes de peso na música nacional e internacional como Caetano Veloso, Maria Gadú, Criolo, Dave Grohl e Slash figuram entre os convidados para o tributo.

“Renato Russo Sinfônico”, como é chamado o evento, está sendo organizado pelo filho e herdeiro do líder da Legião Urbana, Giuliano Manfredini. A intenção é comemorar os 30 anos do surgimento da banda em um local histórico para o conjunto: no Mané Garrincha, a Legião tocou para cerca de 50 mil pessoas em um evento polêmico em junho de 1988. Assim, 25 anos depois, o mesmo estádio volta a receber Renato Russo, mesmo que em forma de holograma.

Da mesma maneira que o rapper americano Tupac (1971-1996) e o cantor brasileiro Cazuza (1958-1990), Renato (1960-1996) será projetado em um holograma no palco. Os produtores esperam gerar uma experiência realista com equipamentos modernos. A empresa responsável pela proeza tecnológica é a mesma que “reviveu” Tupac.

Snoop Dog (à esquerda) ao lado de holograma de Tupac: tecnologia semelhante deve "reviver" Renato Russo

Snoop Dog (à esquerda) ao lado de holograma de Tupac: tecnologia semelhante deve “reviver” Renato Russo

Além do próprio Renato, outros músicos cantarão músicas da Legião. Foram convidados Caetano Veloso, Criolo, Maria Gadú, Dave Grohl (líder do Foo Fighters) e o guitarrista Slash. Uma orquestra sinfônica também está cotada para reproduzir os sucessos da banda.

Tudo isso, como era de se esperar, não deve sair barato. O orçamento inicial divulgado pela produção do show é de R$ 6,2 milhões, dos quais R$ 4,5 serão conseguidos através da Lei Rouanet de incentivo à Cultura, com isenção fiscal. Calcula-se que apenas a produção e exibição do holograma custem R$ 1,5 milhão.

“Inicialmente, o projeto previa a cobrança de ingresso, mas a receptividade por parte de patrocinadores nos dá a certeza de que isso não será mais necessário e as entradas serão gratuitas”, garante a produtora cultural Valéria Marcondes, responsável pelo projeto apresentado ao Ministério da Cultura.

Estádio Mané Garrincha, em Brasília, antes e depois da reforma de quase R$ 1 bilhão prevista para terminar em abril

Estádio Mané Garrincha, em Brasília, antes e depois da reforma de quase R$ 1 bilhão prevista para terminar em abril

São esperadas 50 mil pessoas. Em reforma, o estádio deve ficar pronto até abril, após receber reparos e melhorias de quase R$ 1 bilhão. O governo do Distrito Federal, inclusive, viu no evento uma oportunidade para salientar que o Mané Garrincha não se tornará um “elefante branco” devido à pequena quantidade de competições esportivas na cidade.

Agora é só acompanhar as novidades e comprar a passagem para a capital federal com antecedência pra conseguir aquele preço bacana no voo.

Bora?

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É hoje! Veja a programação do 2º Dia do Vinil!

Local: Espaço JK (Avenida Major Amarante, 4212, Centro – próximo à pizzaria Domenico)

ENTRADA FRANCA

16H – Apreciação de discos de vinil

– Exibição de videoclipes e música ambiente

– Leitura de revistas e livros

– Distribuição da segunda edição do Long Play

18H – Reprodução de LPs no som ambiente

A PARTIR DESTE HORÁRIO, ENTRADA R$ 5

20H – MPB ao vivo com Rick Paixão (acompanhamento de violão e cajones)

21H – MPB ao vivo com Juliane Barroso e Rafael

22H – MPB ao vivo com Átila Ibáñez (homenagem a Ataulfo Alves)

ATRAÇÕES PARALELAS

Prosa Musical: Dezenas de revistas e livros sobre música e discos de vinil

Discoteca Popular: Cinco toca discos com fones de ouvido adaptados para ouvir o acervo de mais de 500 discos do Dia do Vinil

Telão: Clipes e vídeos de sucessos da MPB e do rock agitarão o espaço

Veja as fotos do 1º Dia do Vinil clicando aqui!

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Dia do Vinil entrevista: Os Incríveis

Confira na íntegra a entrevista que “Os Incríveis” deram ao Dia do Vinil. O vocalista Paco representou o conjunto nesta conversa exclusiva publicada na segunda edição do jornal Long Play. (Pedimos desculpa pela demora).

Fotos: Filêmon Santos

Long Play – É a primeira vez que vocês vêm a Rondônia?

Paco – Nós fomos em Porto Velho há muito tempo atrás, mas não me pergunte o ano (risos).

LP – E como é, para vocês, uma banda que toca em grandes capitais, vir para Rondônia, especificamente para Vilhena?

Paco – Não temos essa frescura que muitas bandas e cantores têm. Eles falam: “Rondônia? Ah, é muito longe, não vou”, “Rondônia é o fim do mundo”. Mas, estamos acertando nossa vinda para cá desde o ano passado e aqui queremos plantar uma semente para mais shows aqui e na região ainda este ano ou em 2012. É um público que nunca nos viu, então temos essa oportunidade de aumentar nossos fãs. Os artistas não gostam de vir pra cá porque é “muitas horas de avião”. Não pensamos assim, estamos aqui para trabalhar, conhecer lugares e novos públicos. Isso é excelente para nós.

LP – Como foi o retorno da banda?

Paco – Há cinco anos que estamos de volta, embora eu e o Manito tenhamos viajado muito após a separação da banda, em meados da década de 70. Entrei no conjunto em 1970, embora tenhamos nos separado depois, agora estamos juntos outra vez. Resolvi reunir o grupo novamente por causa dos pedidos de fãs e agora rodamos o Brasil inteiro.

Além da entrevista, "Os Incríveis" autografaram um disco do Dia do Vinil. Acima, Nenê deixa sua marca com a caneta.

LP – Onde estavam os integrantes durante o período de separação?

Paco – O Nenê e o Netinho estavam no The Originals, que acabou terminando, infelizmente. O Nenê tocou com Elis Regina também. O Netinho agora não toca mais profissionalmente. O nosso baterista agora é o Franklin, que tocou com a Rita Lee, e tem uma grande bagagem musical.

LPComo foi retomar o ritmo de turnês e viagens pelo país inteiro agora que já se passaram 40 anos?

Paco – Ah, já estávamos acostumados, né? Isso faz parte da vida das bandas e dos músicos. Mas hoje fazemos quatro shows por mês para 700 pessoas, e não 15 apresentações para milhares de pessoas como antes, na época de ouro.

LP – Não dá vontade de voltar aos tempos dos grandes shows?

Paco – Pois é, hoje nossas apresentações são diferentes. Fazemos uma música para o público dançar agarradinho e lembrar dos tempos românticos dos anos 60 e 70. Isso porque, nosso grande público, que era jovem nos anos 60 e 70, hoje não tem mais pique para grandes shows em estádios, como os de artistas sertanejos da atualidade, de 20 mil pessoas. A juventude fica dois dias na balada e tá em pé. Ainda assim, temos alguns shows especiais como na data de aniversário de algum município. Nessas ocasiões tocamos em praça pública e reunimos milhares de pessoas. Porém, a grande maioria das apresentações são um show-baile para que nossos fãs dancem e participem das exibições com mais proximidade de nós.

Manito assina seu nome na companhia de fãs

LP – Como é a resposta dos fãs durante e depois do show?

PacoÉ ótima, eles participam e vibram muito. Casais que tem mais de 40 anos e que dançam agarradinho ao som de “O Milionário” agradecem muito a gente. Inclusive, muitos “pombinhos” se conheceram por meio dessa música, que abria e fechava todos os bailes de 1960 e 1970. Então quando começava “O Milionário” todo mundo sabia que era a última chance de conseguir algo no baile. Até hoje casais vêm agradecer a gente pela música, que os fez encontrar o amor de suas vidas. Isso é muito gratificante.

LP –E os jovens? Dá pra conquistar o público mais novo com músicas de 50 anos atrás?

Paco – Com certeza. O que aconteceu é que os pais escutavam os discos de vinil dos Incríveis e os filhos foram absorvendo isso e hoje temos muitas crianças que gostam do nosso som, digo crianças os que têm 20 – 25 anos (risos). “Era Um Garoto Que Como Eu Amava os Beatles e os Rolling Stones”, principalmente, foi cantada muito pela juventude, e ainda é.

Paco posa para foto no camarim

LP – Há intenção de gravar algo novo?

Paco – O custo para se produzir algo hoje é imenso e as gravadoras só estão lançando coisas novas, coisas jovens, do grande público da juventude. Temos gastos com direitos autorais, produção, clipes, edição, equipamento de som. No entanto, estou negociando com alguns patrocinadores, de repente sai alguma coisa, é capaz.

LP – Cantar em inglês era regra para fazer sucesso antigamente, tanto aqui como no exterior. Hoje essa premissa ainda vale?

Paco – Acho que sim, mas para só se for focar no mercado externo, que hoje não é mais só Estados Unidos, todo o resto do mundo fala, e ouve, inglês. E hoje também não é só o inglês que dá resultados. Vários cantores brasileiros se consagraram muito bem em espanhol, deixando fãs por muitos países. O primeiro a gravar em inglês foi o Roberto Carlos, com o qual já tive a oportunidade de tocar, e o Manito tocou por muito tempo também.

VEJA TODA AS FOTOS DO SHOW DOS OS INCRÍVEIS CLICANDO AQUI!

O Dia do Vinil agradece imensamente à organização do show, especialmente ao sempre prestativo Walter Pereira, e, é claro, à simpatia de todos os integrantes do grupo “Os Incríveis”, que gostou tanto da cidade que prometeu voltar em dezembro e passar o Reveillion aqui!

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“Os Incríveis” autografam LP do Dia do Vinil

Simples e simpáticos, “Os Incríveis” passearam por Vilhena ontem. À noite eles realizaram um mega-show no Clube dos Estados para cerca de 800 pessoas. Durante o evento requintado, todos os presentes puderam ler uma entrevista exclusiva do grupo publicada na segunda edição do Long Play, que foi distribuído nas mesas antes da apresentação. Após a exibição, os dinossauros do rock também autografaram o disco “Os Incríveis”, cedido à Discoteca Popular pelo baterista Rogério Schimitt, da banda Subpop.

CLIQUE AQUI PARA VER TODAS AS FOTOS DO SHOW

Capa da segunda edição do Long Play

Quando as luzes se apagaram para o início do show, o público, na expectativa, se transformou em centenas de silhuetas

Paco (vocal e guitarra), Nenê (baixo), Manito (saxofone e teclado) e Franklin (bateria) chegaram em Vilhena na sexta-feira à tarde e conheceram a cidade com a ajuda do publicitário e organizador do evento Walter Pereira (Rondomarketing). Risonho (guitarra), homenageado com palmas, estava em tratamento médico e não pode vir à Rondônia.

No sábado à tarde os artistas tocaram na quadra da Cooperativa Educacional de Vilhena (Coopevi), na qual era realizada uma feira de ciências. Uma das turmas havia escolhido o tema “A Evolução do Rock” e trazia um cartaz e edições do Long Play em seu stand.

Manito, um dos melhores saxofonistas do país

Paco no vocal e guitarra

Nenê se animou no baixo

Mas foi à noite que a cidade vibrou ao som de sucessos como “O Milionário”, “Kokorono Niji” e “Era Um Garoto Que, Como Eu, Amava os Beatles e os Rolling Stones”. Logo na abertura do show, à meia noite, dezenas de casais tomaram a pista de dança à frente do palco, onde permaneceriam até o fim do show, e passearam agarradinhos nas músicas românticas e pularam animados nas canções agitadas.

CLIQUE AQUI PARA VER TODAS AS FOTOS DO SHOW

Após levar o público de quarentões ao delírio, os roqueiros receberam o Dia do Vinil no camarim. Os artistas prontamente autografaram o disco “Os Incríveis”, emprestado à Discoteca Popular por Rogério Schmitt, baterista da banda Subpop. “Muito obrigado pelo apoio, agradecemos de coração. E olha só! O disco está novinho, olha aqui como eu era bonitão”, brincaram os integrantes comentando a foto da capa entre si.

Autógrafos na capa do disco do Dia do Vinil

Eles levaram também as primeira e segunda edições do Long Play, ao mesmo tempo que, humildemente, agradeciam ao Dia do Vinil, que, representado pelo organizador do evento, Herbert Weil, agradecia de volta com abraços e apertos de mão.

Amanhã postaremos a entrevista na íntegra a entrevista que “Os Incríveis” deram com exclusividade ao Dia do Vinil. Não perca!

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2º Dia do Vinil tem data definida

A organização do Dia do Vinil não para. Planejando melhorias em cada uma das seções do evento, nesta semana foi definida a data do 2º Dia do Vinil: 20 de abril, no Espaço JK, a partir das 16h.

Foto: Herbert Weil

Nesta data (20 de abril) se comemora o Dia Nacional do Disco de Vinil, instituída por ser o dia em que o compositor e cantor carioca Ataulfo Alves faleceu (ainda falaremos mais sobre ele aqui no blog). Em um dia especial como esse os vilhenenses não poderiam deixar de valorizar a cultura dos LPs e, por isso, o Dia do Vinil será no Dia do Vinil.

Deixando as piadinhas de lado, os organizadores identificaram alguns pontos que podem ser melhorados. A segunda edição trará, por exemplo, um catálogo de todos os álbuns disponíveis na Discoteca Popular. Também serão conseguidos mais toca discos e mais LPs, que deverão estar divididos em categorias para facilitar o manuseio e a procura.

Ataulfo Alves: sua morte é lembrada com o Dia Nacional do Disco de Vinil

A decoração também receberá um upgrade. Enquanto isso o telão passará videoclipes, entrevistas e apresentações do homenageado da noite, que ainda não foi decidido.

Os organizadores estão recebendo doações de discos, mesmo os riscados, quebrados ou sujos. Todos serão catalogados, limpos, encapados e arquivados na Discoteca Popular, com a identificação do doador. Por isso, se você tem aquela pilha de discos velhos, que comemoraram vários aniversários sem serem escutados, envie um e-mail para diadovinil@hotmail.com ou ligue para 8484-5731 e comunique sua intenção em doá-los ao Dia do Vinil. E mesmo que você mude de idéia depois de os ter doado e queira escutá-los, não se preocupe, eles estarão à sua disposição nos Dias do Vinil. Futuramente, quem sabe, teremos um local fixo, onde o acervo ficará exposto em horário comercial.

Mas é isso aí, mais novidades em breve. Acompanhe!

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Resumo do 1º Dia do Vinil

O 1º Dia do Vinil, realizado no sábado 12, foi um sucesso total. As expectativas da organização foram sendo superadas ao passo que o Espaço JK recebia mais e mais pessoas interessadas nos vinis e na boa música. Mais de 100 pessoas, ao todo, passaram pelo local, que comportou, aproximadamente, 70 expectadores durante o show da banda Subpop (o número representa a lotação máxima de público sentado da casa).  Leia abaixo o que rolou em cada seção do Dia do Vinil.

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CLIQUE AQUI E VEJA VÁRIAS FOTOS.

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Os toca-discos foram disputados por dezenas de discófilos

DISCOTECA POPULAR – Dezenas de pessoas escutaram todo tipo de disco de vinil na Discoteca Popular. Dentre os mais de 500 álbuns disponíveis, os mais requisitados foram o single “Beat It”, de Michael Jackson, e os 12” “The Velvet Underground and Nico”, do “The Velvet Underground”, “The Wall”, do Pink Floyd, “Apetite For Destruction”, do Guns n’ Roses” e “Mamonas Assassinas”, da banda homônima. Títulos clássicos da MPB também foram bastante procurados.

Haviam cinco toca-discos funcionando no evento. Todos com fones de ouvido adaptados e prontos para receberem os discófilos, que não pagavam nada por isso. Os discos que compuseram o acervo do 1º Dia do Vinil foram conseguidos em várias fontes: 1/3 deles são de propriedade do organizador do evento, Herbert Weil, outros 100 discos foram cedidos pelo baterista da Subpop, Rogério Schimitt, mais 40 emprestados pelo jornalista Lucinei Coelho. Além disso, o membro da Academia Vilhenense de Letras João Paulo das Virgens, levou 40 vinis seus, ao passo que o representante comercial Ronildo levou alguns discos do estilo gospel.

Também fizeram parte da Discoteca Popular discos doados pelo Estante do Vinil e Sempre Vinil. Todos esses discos foram reproduzidos nos aparelhos também vindos de vários lugares. Três toca-discos são do Dia do Vinil, que foi presenteado pelo Trocando Discos com um aparelho gradiente. Os outros três toca-discos eram do Lucinei, João Paulo e Ronildo. Um deles apresentou problemas e foi colocado em stand-by.

Os 12 discos dos Beatles e das carreiras solos de seus integrantes foram colocados na parte de maior destaque da Discoteca Popular e, por isso, foram escutados por vários discófilos.

As revistas e livros serviram de passatempo para os apaixonados por música

PROSA MUSICAL – A estante, embora modesta, fez sucesso. Mais de 10 revistas Rolling Stone, cedidas pelo jornalista Dennis Weber, se destacaram entre outros títulos igualmente interessantes relacionados à música e aos discos. Dois sofás espaçosos e confortáveis garantiam um ambiente de leitura agradável logo na entrada do Espaço JK. A edição de colecionador da Rolling Stone que traz entrevistas e fotos inéditas do fundador dos Beatles foi bem comentada.

Capa do Long Play: baixe-o em pdf

LONG PLAY – Inaugurado no evento e distribuído gratuitamente para todos os presentes, o Long Play foi lido com entusiasmo, por conter matéria de capa dos Beatles, homenageados do dia, e uma entrevista exclusiva com fotos coloridas da banda Subpop. Não conseguiu um exemplar? Nesta semana o arquivo .pdf estará disponível aqui no blog gratuitamente para ser baixado.

Derek no vocal: show de show

SUBPOP – Figura central do indie/rock de Vilhena, a Subpop fez o que sabe fazer: dar show. Sucedida de aplausos e assobios ao término de cada música, a banda interpretou músicas dos Beatles e de composição própria, causando boa impressão mesmo entre os mais conservadores. Sua bateria forte e saxofone falante ritmaram a conversa da guitarra com o baixo, enquanto o teclado  completava o arranjo.

O som foi bom mesmo, tanto que o público presente foi o maior que o Espaço JK reuniu por tantas horas. E a vontade da Subpop em tocar era tamanha que, mesmo depois de terminado o show e quase todos terem ido embora, Jack, Rogério e Derek, com participação especial de Keith (proprietário-sócio do Espaço JK), fizeram um acústico com direito a cajon, gaita, pandeiro, guitarra e saxofone, um segundo show que durou das 2 às 5 da madrugada de domingo.

BAR – Foi tanta gente no Espaço JK que nem o bar deu conta de dar cerveja pra todo mundo. Lá pelas tantas, já depois de meia noite, a cerveja chegou a acabar. Imprevisto que não atrapalhou quem queria mesmo uma gelada, visto que a lanchonete ao lado supriu a necessidade de alguns. Porções de petiscos com queijo, presunto e azeitonas também saciaram os presentes.

TELÃO – Locamos um DVD com shows e apresentações de grandes nomes da música para que o telão também combinasse com o clima musical do evento. No próximo evento, clipes e vídeos entrarão em consonância com as músicas tocadas para que você acompanhe o vídeo de cada canção, bem como suas letras.

APOIO – O 1º Dia do Vinil não teria acontecido sem muitos parceiros fundamentais. Vamos citar todos aqui, pois o sucesso do evento dependeu de cada um: Lucinei Coelho (faixa, banners, adesivos, decoração, discos e toca-disco), João Paulo das Virgens (discos, protetores para vinis e toca-discos), Rogério Schmitt (discos), Nubia Rodrigues (organização, limpeza e catalogação dos discos), Cledemar Jeferson (decoração, banners, limpeza, organização, telão e apoio), Mário Mileo (apoio técnico de som), Roberto Pires (Long Play, apoio técnico de som e divulgação), João Regert (Espaço JK, decoração, organização, divulgação, apoio técnico de som, limpeza e tudo o mais), Gentil Simplício (confecção gratuita da estante ‘Discoteca Popular’ e transporte de todos os materiais), Valdir Santuzzi (discos e Long Play), Enéas Santos (diagramação do Long Play). Também às instituições que acreditaram na iniciativa, nossos agradecimentos: Academia Vilhenense de Letras, ONG Beija Flor, Ponto de Cultura, Trocando Discos, Sempre Vinil, Catodi, Gota d’Água, gráfica Graphite,  Espaço JK e Prefeitura Municipal de Vilhena.

Resumindo: o 1º Dia do Vinil aconteceu e mostrou para que veio. Os poucos erros serão remediados e evitados, enquanto os acertos repetidos e melhorados. E por isso, no dia 20 de abril, Dia Nacional do Disco de Vinil, acontecerá o 2º Dia do Vinil. A homenagem será a um cantor ainda não definido da Música Popular Brasileira (MPB). Sugira os cantores ou bandas da MPB que você gostaria de ver no 2º Dia do Vinil mandando um e-mail para diadovinil@hotmail.com ou simplesmente comentando este post.

Veja mais fotos do 1º Dia do Vinil clicando aqui!

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É hoje! Veja a programação do 1º Dia do Vinil

Hoje, sábado 12 de março, acontece o 1º Dia do Vinil, no Espaço JK, a partir das 16 h. Muitas novidades que não tivemos tempo de postar aqui no blog o surpreenderão no evento. Veja abaixo a programação e as atrações:

PROGRAMAÇÃO

16H – Apreciação dos toca discos e dos vinis da Discoteca Popular / Reprodução de clipes e vídeos em telão

18H – Reprodução dos LPs dos Beatles como som ambiente / Reprodução de clipes e vídeos em telão

21H – Show da banda Subpop (com músicas próprias e dos Beatles)

ATRAÇÕES

Discoteca Popular

– Mais de 500 vinis para escutar em diversos toca discos diferentes

Prosa Musical

– Livros e revistas relacionados ao tema

Long Play

– Distribuição do jornal de 12 páginas exclusivo do evento

Veja o convite do evento (clique para ampliar):

Não perca!

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